<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<rss version="2.0">

<channel> 
<title><![CDATA[Admirável mundo novo]]></title> 
<link>http://marginalien.zip.net</link> 
<description><![CDATA[Este blog nasceu de uma noite insone e uma atividade deixada de lado. Partiu da nescessidade de dizer algo, mesmo que para ninguém (pensei nesse artifício depois de escrever um scrap para o Mala(que sempre)volta, viajando sobre teoria social. Viajar sobre algum tema é legal, e interessante quando alguém pode eventualmente ler. Confere algum caráter de humanidade à coisa, e à si mesmo. A questão da visibilidade é latente na internet, que por outro lado coloca as coisas de forma muito mais nublada que em outros meios. Os tópicos e comunidades anônimas no orkut são pérolas fantásticas para se pensar sobre essa tensão entre necessidade de visibilidade (brilhantemente analisada pela Maria Rita Kehl) e a manutenção do anonimato, ou invisibilidade daquele que escreve, e se preserva da resposta, numa atitude possivelmente fascista. De qualquer forma, minha cara está aí, a bater, não tão visível quanto em alguma ágora, que as cidades tem, como quase sempre, raio maior do que alcança a voz de qualquer pregoeiro.]]></description> 
<language>pt-br</language> 



<item> 
<title><![CDATA[Alice e Pedro - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2011-05-01_2011-05-31.html#2011_05-12_21_57_28-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>No come&ccedil;o era uma id&eacute;ia<br />que com o tempo ganhou corpo<br />e cresceu, ainda informe<br />em seus proprios sentimentos<br />j&aacute; bem claros desde sempre<br />esfuma&ccedil;ados abra&ccedil;os<br />no et&eacute;reo desconhecido.<br /><br />Sendo apenas um<br />sendo o mesmo ou <a href="http://marginalien.zip.net/arch2011-05-01_2011-05-31.html#2011_05-12_21_57_28-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Thu, 12 May 2011 23:57:28 -0300</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[Hay Kay - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2011-03-01_2011-03-31.html#2011_03-28_20_35_49-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>O ser que renasce<br />carrega a pesada dor<br />de j&aacute; ter morrido</p> <a href="http://marginalien.zip.net/arch2011-03-01_2011-03-31.html#2011_03-28_20_35_49-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 22:35:49 -0300</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[O ser que definha - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2011-03-01_2011-03-31.html#2011_03-28_20_33_32-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>N&atilde;o que eu me importe<br />com os juros altos<br />a balan&ccedil;a comercial<br />e a m&eacute;trica dos versos<br />que a bem dizer<br />nem bem versos s&atilde;o.<br /><br />Nem tampouco a indiferen&ccedil;a<br />contempor&acirc;nea<br />e o &uacute;ltimo lan&ccedil;amento<br />da grife <a href="http://marginalien.zip.net/arch2011-03-01_2011-03-31.html#2011_03-28_20_33_32-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 22:33:32 -0300</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[Tunel - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2011-03-01_2011-03-31.html#2011_03-18_13_58_56-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p><p>A paix&atilde;o vem de n&atilde;o-sei-onde<br />se deixa ver pelos sinais<br />que transbordamos descuidados<br />ao mesmo tempo desejosos<br />de deixar clara a novidade.<br />Do outro &eacute; s&oacute; isso que temos,<br />intui&ccedil;&atilde;o da confus&atilde;o.<br />De n&oacute;s, certeza <a href="http://marginalien.zip.net/arch2011-03-01_2011-03-31.html#2011_03-18_13_58_56-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 15:58:56 -0300</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[Me devolve - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2011-03-01_2011-03-31.html#2011_03-17_19_15_26-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>No come&ccedil;o era apenas desejar<br />de longe, um tremendo calafrio.<br />N&atilde;o era o desespero pelo novo<br />Nem o esgotamento do passado.<br /><br />Em seguida vieram os olhares<br />e as palavras lan&ccedil;adas tortamente<br />querendo disfar&ccedil;ar suas inten&ccedil;&otilde;es<br <a href="http://marginalien.zip.net/arch2011-03-01_2011-03-31.html#2011_03-17_19_15_26-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 21:15:26 -0300</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[Variação antes do tema - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2010-11-01_2010-11-30.html#2010_11-24_00_57_39-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>A coura&ccedil;a semi&oacute;tica<br />Os soldados anal&iacute;ticos<br />Os penhascos rigorosos<br />permanecem impass&iacute;veis<br />protegendo o intoc&aacute;vel<br />territ&oacute;rio da poesia.<br />Escrever pesadamente<br />sem aquela sisudisse<br />t&atilde;o presente em bachar&eacute;is<br <a href="http://marginalien.zip.net/arch2010-11-01_2010-11-30.html#2010_11-24_00_57_39-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 02:57:39 -0200</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[Sobre o jornalismo - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2010-09-01_2010-09-30.html#2010_09-13_17_57_34-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>O professorado reproduz, sob ordem do patr&atilde;o, a ordem vigente. O patr&atilde;o faz o que quer com seu tempo de trabalho. Seu trabalho, portanto, &eacute; alienado. Ele &eacute; um trabalhador. Como tal, pode resistir: n&atilde;o fazer o que o patr&atilde;o, que paga por suas horas de trabalho, <a href="http://marginalien.zip.net/arch2010-09-01_2010-09-30.html#2010_09-13_17_57_34-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 19:57:34 -0300</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[E agora? - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2010-07-01_2010-07-31.html#2010_07-06_14_30_53-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>Passei a repetir constantemente essa express&atilde;o. Acho que tudo faz parte de uma situa&ccedil;&atilde;o na qual eu n&atilde;o sei muito bem se o que estou fazendo &eacute; o que deveria estar fazendo. Mas quando paro de enrolar e de fato fa&ccedil;o o que deveria estar fazendo, me sindo fazendo <a href="http://marginalien.zip.net/arch2010-07-01_2010-07-31.html#2010_07-06_14_30_53-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 16:30:53 -0300</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[Memória - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2010-01-01_2010-01-31.html#2010_01-05_14_14_49-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>Amar o perdido<br />deixa confundido<br />este cora&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Nada pode o olvido<br />contra o sem sentido<br />apelo do N&atilde;o.<br /><br />As coisas tang&iacute;veis<br />tornam-se insens&iacute;veis<br />&agrave; palma da m&atilde;o.<br /><br />Mas as coisas findas,<br />muito <a href="http://marginalien.zip.net/arch2010-01-01_2010-01-31.html#2010_01-05_14_14_49-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 16:14:49 -0200</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[Seqüência/Lembranças - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2009-09-01_2009-09-30.html#2009_09-01_13_40_38-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>O amor &eacute; a constante lembran&ccedil;a do outro em si e de si no outro. o luto &eacute; rompimento da lembran&ccedil;a de si no outro. A melancolia &eacute; o prolongamento narc&iacute;sico da lembran&ccedil;a do outro em si. A vida &eacute; a constante afirma&ccedil;&atilde;o de si e do outro, <a href="http://marginalien.zip.net/arch2009-09-01_2009-09-30.html#2009_09-01_13_40_38-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 15:40:38 -0300</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[? - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2009-02-01_2009-02-28.html#2009_02-03_16_36_30-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>Voc&ecirc; sabe o que &eacute; <span style="font-style: italic;">aficaz</span>?</p> <a href="http://marginalien.zip.net/arch2009-02-01_2009-02-28.html#2009_02-03_16_36_30-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 18:36:30 -0200</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[conto de natal (hay kay expandido) - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2008-12-01_2008-12-31.html#2008_12-23_18_09_28-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Nunca soube direito o que &eacute; natal.<br />Fam&iacute;lia, embora, era conhecida.<br />Carinho era dif&iacute;cil de arrancar<br />Contra ou a favor dele, pequenino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As datas que na escola se aprendiam<br />se afastaram da imagem de um cart&atilde;o,<br />tarefa <a href="http://marginalien.zip.net/arch2008-12-01_2008-12-31.html#2008_12-23_18_09_28-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 20:09:28 -0200</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[Intervalos - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2008-12-01_2008-12-31.html#2008_12-23_17_35_15-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[<p>
<p>O de sexta &eacute; grandiloquente. Sextas no piano fazem qualquer iniciante parecer um mestre. Arranjos com sextas s&atilde;o funcionais, f&aacute;ceis.</p>
<p>A quinta &eacute; dura, imponente, dif&iacute;cil.</p>
<p>Ter&ccedil;as se tornaram brega, principalmente por causa do sertanejo, &agrave;s <a href="http://marginalien.zip.net/arch2008-12-01_2008-12-31.html#2008_12-23_17_35_15-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 19:35:15 -0200</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[Duas considerações sobre a legislação no país da piada pronta - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2008-07-01_2008-07-31.html#2008_07-16_20_47_58-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[1) Como é possível que uma determinada parcela da população alardeie a "altíssima carga tributária" do país sendo que a mesmíssima parcela da população acha um absurdo o montante dos créditos disponíveis nos programas "nota fiscal paulista" e "nota fiscal paulistana"?<br><br>2) É muito engraçado quando <a href="http://marginalien.zip.net/arch2008-07-01_2008-07-31.html#2008_07-16_20_47_58-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 22:47:58 -0300</pubDate>
</item>

<item> 
<title><![CDATA[Silogismos - Autor(Ricardo)]]></title>
<link>http://marginalien.zip.net/arch2007-12-01_2007-12-31.html#2007_12-28_01_40_01-4521665-0</link> 
<description><![CDATA[Há três deturpações básicas do que seja entendido como "público". A primeira é a simples privatização. O que é público é de todos, logo, é meu. Sendo meu, não é de mais ninguém, apenas meu. A segunda, é a omissão. O que é público não é de ninguém, tampouco meu, e portanto não é importante. Em última <a href="http://marginalien.zip.net/arch2007-12-01_2007-12-31.html#2007_12-28_01_40_01-4521665-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 03:40:01 -0200</pubDate>
</item>


</channel> 
</rss>













